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O presidente da Câmara Municipal, vereador Jéferson Yashuda Farmacêutico (PSDB), visitou na manhã de terça-feira (11) o Centro Referência Ambulatório de Saúde Mental do Adulto (Crasma) “Dr. Ubirajara Caldas”, localizado na Avenida Alfredo Coelho de Oliveira, nº 44, no Quitandinha, cuja sede própria do Crasma foi inaugurada em dezembro de 2008. Durante a visita, Yashuda foi recebido pela equipe do Crasma e percorreu as instalações, conhecendo melhor o importante trabalho na área de saúde mental ali realizado e as necessidades para melhorar o atendimento. A entrada para o atendimento especializado é pela rede básica de saúde. As pessoas são encaminhadas ao Crasma após passarem por consulta com o clínico geral ou com o médico da Saúde da Família e identificada a necessidade de atendimento psicológico. Atualmente, a equipe do Crasma é formada por com três psicólogos, dois psiquiatras, duas terapeutas ocupacionais, duas técnicas em enfermagem, uma enfermeira e agentes administrativos. São 12 mil pacientes cadastrados no ambulatório, ou seja, em torno de 5% da população de Araraquara. Por mês, em média, são realizados 500 atendimentos em psicologia, 600 em psiquiatria e 300 em terapia ocupacional. A equipe de enfermagem realiza aferição de pressão arterial, pós-consulta e orientação sobre os medicamentos. Uma equipe técnica do Crasma também realiza visitas domiciliares. Para atender toda a demanda da cidade em psicoterapia, seria necessário dobrar o número de médicos no Crasma, de acordo com informações da equipe do ambulatório. O Crasma é um programa de saúde mental que não recebe recursos federais, sendo o custeio 100% mantido com recursos próprios do município.
Tribuna Popular
Na Sessão Ordinária de terça-feira (11), a Tribuna Popular foi ocupada pelo psicólogo clínico João Paulo do Prado Rodrigues, que falou sobre a importância da manutenção e implementação dos ambulatórios em saúde mental. Rodrigues falou sobre sofrimento mental, ansiedade, depressão, neuroses e psicoses. “Trabalhamos com pessoas que apresentam sintomas graves das depressões existenciais e que muitas vezes pensam em suicídio. Elas necessitam do psiquiatra, do medicamento e do psicólogo com o “remédio” de escuta e interpretação nas sessões para a readaptação do equilíbrio mental”. Apontou que o problema é que todos os ambulatórios no Brasil têm sofrido com a falta de recursos humanos e um “desinvestimento” em especialistas. Uma redução do número desses médicos e outras especialidades no Sistema Único de Saúde (SUS) complica o atendimento, pois as filas de espera só aumentam, uma vez que nos últimos 20 anos a população de Araraquara dobrou e o quadro de profissionais de atendimento.
Assessoria do gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Araraquara
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