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As cidades podem ser divididas, por análises sociológicas, em centro, subúrbio e periferia, a grosso modo. Como cada segmento de bairros se encontra, depende, dentre outros motivos, do comportamento das próprias cidades e de como elas investiram nos grupos de bairros existentes em cada espacialidade. Nesse sentido, o vereador João Clemente (PSDB) propôs ao Executivo a realização de estudos e análises acerca da implementação de uma Política Municipal de Reinserção dos Bairros da Periferia, que reinsira, resgate, crie oportunidades de emprego e renda, lazer, moradia e saúde.
“A presente indicação, longe de desincentivar as políticas públicas, as melhorias, os investimentos em todos os bairros do município (área urbana e área rural), roga uma visão sobre os bairros da chamada periferia urbana, que em alguns casos é limítrofe às áreas rurais. Guardadas as proporções de cada bairro da periferia, as características específicas de sua população, entendemos que o Poder Público possui condições técnicas e econômicas para criar um plano municipal de reinserção de referidos bairros, no qual os esforços nesse sentido poderão levantar dados realísticos das necessidades de cada bairro e, assim, propor e implementar políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida de todos”, argumenta o parlamentar no documento encaminhado à Prefeitura no dia 7 de abril.
Clemente exemplifica que em determinado bairro pode haver demandas para a juventude, como a criação de programas voltados à qualificação profissional, oportunidades de emprego e renda, ao lazer, à saúde dos jovens, que poderão desembocar em disponibilização de cursos profissionalizantes, instalação de equipamentos públicos voltados ao lazer e a prática de esportes.
“Em outro bairro da periferia, as demandas podem estar relacionadas à melhoria do transporte público daqueles que deixam o bairro para trabalhar e estudar, e assim sucessivamente, em outros poderão ser detectadas demandas específicas para as pessoas da terceira idade, por exemplo”, completa o vereador.
O parlamentar ainda destaca que podem ser detectadas oportunidades do Poder Público maximizar as ações sociais, no sentido de disponibilizar elementos básicos para a população, como alimentos, vestuário, saúde pública, diretamente ou por meio de ações, de elaboração de acordos de vontades com instituições que poderão também atuar conjuntamente. “À luz da máxima aristotélica, e parafraseando Rui Barbosa, ‘tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na exata medida de suas desigualdades’, considerando o atual contexto pandêmico, mas também visando a um futuro mais igualitário e mais justo para toda a população”, finaliza.
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