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A partir de reclamações de cidadãos recebidas pelo gabinete do vereador José Carlos Porsani (PSDB) sobre falta de vacinas contra a meningite nos postos de saúde de Araraquara - vacina que faz parte do calendário infantil de vacinação em todo o país -, o parlamentar passou a investigar o assunto. Acrescente-se a informação de que uma mulher, de 47 anos, morreu dia 2 deste mês, em Araraquara, com suspeita da doença. Primeiramente, Porsani recebeu a confirmação da Secretaria Municipal de Saúde, que, de fato, faltavam as vacinas contra a perigosa doença, já que a Secretaria Estadual e o Ministério da Saúde não estavam fazendo a entrega regular. A ação seguinte de sua fiscalização foi enviar Requerimento, questionando o Governo do Estado e o Governo Federal sobre a falta das vacinas e a previsão para que a situação fosse normalizada. O documento é datado de 11 de setembro deste ano. O Ministério da Saúde respondeu às indagações de Porsani, informando que “a partir de maio, a vacina meningocócica C encontra-se em situação de abastecimento parcial devido ao atraso no cumprimento do cronograma de entregas pelo laboratório produtor, com a distribuição de 10%, 15% e 36% da cota mensal nos meses de maio, junho e julho, respectivamente”, confirmando, então, o desabastecimento e a perigosa falta do medicamento nas unidades de saúde de Araraquara. Em agosto, a entrega foi de 72% da cota. Na rotina de setembro, a entrega foi de 50% da referida cota. Contudo, com novas entregas no final de setembro, a cota do estado foi atendida e, por consequência, o município voltou a receber quase a totalidade de sua necessidade.
Outras vacinas
O ofício do Ministério da Saúde alerta ainda para a falta de regular de outras vacinas, como difteria, tétano e pertussis-DTP, que não estão sendo distribuídas por indisponibilidade de estoque. Em substituição, o Ministério distribuiu a vacina pentavalente (difteria, tétano, pertussis, hepatite B - recombinante - e haemophilus influenzae tipo b conjugada) para utilização temporária em um esquema reduzido. Outras vacinas estão sendo substituídas de forma temporária. E há vacinas com distribuição ocorrendo de forma parcial, como os soros antivenenos, com recomendação de uso racional e alocação de forma estratégica em áreas de maior risco de acidentes e óbitos. Ainda que ficasse satisfeito com a resposta do Ministério da Saúde, apontando uma melhora na distribuição da vacina contra a meningite C e a confirmação de que os postos de saúde do município tem novamente o importante imunobiológico, Porsani foi surpreendido com a situação grave de distribuição de outras tantas vacinas. Ele torce para que a produção e a distribuição se normalizem rapidamente.
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