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Em documento encaminhado à Prefeitura, o vereador Marcelinho (Progressistas) pediu detalhes à Prefeitura de Araraquara sobre a falta de medicamentos de uso comum e contínuo na rede pública municipal de saúde em janeiro.
Em resposta, a Secretaria Municipal de Saúde informa que eventuais faltas podem ocorrer por fatores administrativos e logísticos “que fogem, em parte, ao controle da gestão local, notadamente em razão de débitos de exercícios anteriores, atrasos nas entregas por parte de fornecedores que nem sempre dispõem de imediato dos elevados quantitativos adquiridos, bem como por questões logísticas relacionadas ao transporte, especialmente quando as compras são realizadas junto a empresas sediadas em outros estados”.
O que foi feito?
Quanto às providências adotadas, a pasta afirma que todos os itens mencionados pelo parlamentar contam com solicitações em andamento no almoxarifado, seja por meio de compras por ata de registro de preços, seja por compras diretas emergenciais, além de haver acompanhamento contínuo dos estoques, com planejamento antecipado de aquisições e reposições baseado na demanda mensal e no histórico de consumo.
Ainda segundo a Secretaria, as reposições são programadas antes do esgotamento dos estoques, observando níveis de segurança e envolvendo o ciclo completo entre as áreas de almoxarifado, compras e licitações, financeiro e contratos, evidenciando que a regularização do abastecimento depende de uma cadeia operacional ampla.
Medicamentos
No documento de resposta, a pasta apresenta a listagem atualizada em 6 de fevereiro dos medicamentos questionados por Marcelinho e as providências que estão sendo tomadas para regularização. Os detalhes podem ser conferidos no arquivo aqui.
Imprevisível
Encerrando, a Secretaria pontua que, em relação ao prazo para normalização do fornecimento, não é possível estabelecer previsão precisa, uma vez que o tempo de indisponibilidade varia conforme a dinâmica de fornecimento e a conclusão dos processos de aquisição, ressaltando que todos os itens permanecem com solicitações ativas e monitoramento permanente para viabilizar o reabastecimento o mais brevemente possível.
Conforme explica o vereador, o questionamento se justifica pela necessidade de garantir o direito constitucional à saúde e assegurar a continuidade dos tratamentos médicos, evitando prejuízos à saúde e à qualidade de vida da população araraquarense.
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